Por volta das 9h30 saímos para caminhar no centro de Salta. A cidade é muito charmosa e bem cuidada. As ruas seguem o típico traçado argentino, ruas retas formando um grid. Há vários cafés, bares, praças, monumentos. Entramos na catedral e ficamos impressionados pela beleza interior. Infelizmente, não pudemos ficar muito tempo, então, próximo das 11h30, seguimos viagem em direção à fronteira de Santo Tomé / São Borja, com parada prevista a meio caminho.
Passamos pela Província do Chaco e pelo Pampa del Infierno. A estrada é praticamente uma reta de 500km, pouco movimentada. Há alguns caminhões, mas nada que assuste e nem fomos parados pela Polícia Caminera, como lemos em muitos relatos. Aparentemente, eles estão duplicando a estrada, então existem alguns trechos em obra ou em meia-pista. No momento, a estrada não está em boas condições. A tardinha paramos em Presidente Saenz Peña, uma cidadezinha bem organizada e com bons hotéis para uma parada de uma noite. Comemos uma boa carne e gastamos os nossos últimos Pesos, somente reservando para os pedágios. A aduana em Santo Tomé foi super tranquila. Tão estranho pensar que nas outras levamos horas e nessa apenas 10min. Atravessamos o rio Uruguai pela ponte que liga Brasil e Argentina e chegamos em São Borja. Obviamente, não podemos passar por São Borja sem visitar alguém, então fizemos uma rápida visita à tia do meu pai. Jantamos na churrascaria do Posto Cavalhada, já na BR 386. Não há nada como um bom buffet brasileiro com comida à vontade! Sério, fez falta…
Depois do farto jantar seguimos para passar a noite na fazenda dos primos do pai que fica a 25km da cidade. O fim de tarde lá é lindo e relaxante.
De manhã seguimos viagem pela BR 287 para (em fim!) Porto Alegre. Paramos para almoçar em São Vicente do Sul. Logo passando a entrada tem o Restaurante e Pousada Fogão Campeiro. A comida é caseira e excelente, como é de se esperar de restaurantes do interior. Eles também tem cabanas para pernoites por R$95/casal. Uma boa pedida pra quem tiver que dormir no caminho.
No meio da tarde, paramos na Casa de Cucas Lisaruth, no município de Santa Cruz do Sul na RS-287. O lugar tem um buffet colonial muito bem servido e vende produtos coloniais como cucas, bolos, massas caseiras, doces, etc. Uma parada quase obrigatória. Enfim, chegamos em Porto Alegre as 18h30min do dia 14 de fevereiro, com o hodômetro marcando 80.229km, simbolizando o fim de nossa expedição. Mais precisamente, rodamos 8.526km desde o dia 16 de janeiro.









Deixe uma resposta
Want to join the discussion?Feel free to contribute!